O Estação Claro se despede hoje, 22 de julho, de Luiz Carlos Barreto, que nos deixou aos 98 anos. Carinhosamente conhecido como Barretão, o cineasta, produtor, fotógrafo e roteirista foi um dos maiores nomes da história do cinema brasileiro.
Assinou a fotografia de obras fundamentais do Cinema Novo, como Vidas Secas (1963), de Nelson Pereira dos Santos, adaptação do romance de Graciliano Ramos, e Terra em Transe (1967), de Glauber Rocha. Como produtor, consolidou seu legado à frente da L.C. Barreto. Com mais de 80 produções e 60 anos de atividade, alguns dos maiores sucessos da produtora foram Isto É Pelé, Dona Flor e seus Dois Maridos e O Quatrilho.
Convidamos o público a participar da vigília que prestamos a esse gigante do cinema com microfone aberto para que todos possam compartilhar lembranças e celebrar sua trajetória e exibição de um documentário sobre sua vida e obra, seguida da sessão de um dos grandes clássicos produzidos por Barretão.
ENTRADA FRANCA
19h – Barretão (Marcelo Santiago, 2019)
21h – Vidas Secas (Nelson Pereira dos Santos, 1963)
Descanse em Paz e obrigado por tudo, Barretão!
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